quinta-feira, janeiro 29, 2026
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Gerson Claro afirma que equilíbrio fiscal permitirá manter e ampliar investimentos em 2026

O orçamento de Mato Grosso do Sul para 2026, estimado em R$ 27,19 bilhões e aprovado em segunda votação na Assembleia Legislativa, foi classificado pelo presidente da Casa, deputado Gerson Claro (PP), como um retrato do equilíbrio fiscal do Estado, capaz de assegurar recursos para investimentos estratégicos sem perder competitividade tributária. A Lei Orçamentária Anual segue agora para votação da redação final, após análise das 220 emendas apresentadas pelos parlamentares.

Investimentos e prioridades para 2026

Para o próximo ano, estão previstos R$ 3,44 bilhões em investimentos, com foco em infraestrutura, educação, saúde, segurança pública e assistência social, áreas apontadas como centrais para sustentar o crescimento econômico e melhorar a qualidade de vida da população. A proposta foi elaborada com base na Lei Federal nº 4.320/1964, na Lei de Responsabilidade Fiscal e em portarias da Secretaria do Tesouro Nacional, considerando as arrecadações efetivas dos três últimos exercícios e uma variação projetada de 3% para 2026, sinalizando crescimento moderado.

Gerson Claro ressaltou que o planejamento busca manter a menor carga tributária do País, ao mesmo tempo em que preserva a capacidade de investimento público. Segundo ele, um orçamento bem estruturado vai além do custeio dos serviços essenciais e precisa abrir espaço para projetos estruturantes que gerem desenvolvimento, emprego e renda em todas as regiões do Estado.

Crescimento sustentado e ambiente de negócios

O presidente da ALEMS lembrou que o desempenho econômico de Mato Grosso do Sul em 2023, com crescimento do PIB superior a 13%, foi impulsionado por um ambiente de segurança jurídica e estabilidade institucional, que vem atraindo mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados. Entre os aportes citados estão projetos de grandes empresas como Arauco e Bracell, que ampliam a base industrial e fortalecem cadeias produtivas estratégicas no Estado.

Para Gerson Claro, esse ciclo virtuoso — baseado em transparência, previsibilidade e responsabilidade fiscal — retroalimenta o orçamento público, amplia a receita sem aumento de impostos e cria condições para que o governo avance em obras e programas de interesse direto da população sul-mato-grossense.

Redação Portal Guavira

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