A Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa/MS) apresentou o balanço da 11ª semana de comercialização de hortifrúti, de 9 a 13 de março de 2026. O relatório aponta oscilações nos preços de frutas, verduras e legumes negociados no entreposto de Campo Grande. Manga palmer liderou as quedas com redução de 11,07%, enquanto a beterraba registrou a maior alta de 10%. Fatores como colheitas aceleradas no Vale do São Francisco e chuvas em Minas Gerais explicam as variações. Esses dados ajudam produtores, permissionários e consumidores a planejar melhor as compras e vendas. A Ceasa reforça seu papel em monitorar o mercado para estabilidade regional.
Fatores que influenciam os preços
O mercado de hortifrúti reage rápido a condições climáticas e volume de produção. Na semana analisada, o avanço da colheita em regiões chave ampliou a oferta de algumas frutas, pressionando cotações para baixo. Já chuvas intensas em polos produtores de verduras limitaram a disponibilidade, elevando valores.
A Ceasa/MS acompanha diariamente as negociações, fornecendo indicadores precisos. Esse monitoramento beneficia a cadeia produtiva, do campo à mesa, e orienta políticas públicas de abastecimento. Em 2026, o entreposto registra fluxo constante apesar das variações sazonais.
Produtos com queda de preço
Manga palmer despontou com a maior redução de 11,07%, de R$ 50,00 para R$ 45,00 a caixa de 6 kg. O ritmo acelerado de colheita no Vale do São Francisco, na Bahia e Pernambuco, graças à diminuição das chuvas, inundou o mercado com oferta abundante.
Cebola nacional e mamão hawai caíram 10%, para R$ 50,00 o saco de 20 kg e R$ 100,00 a caixa de 10 kg. Maçã nacional recuou 8,25% para R$ 120,00 a caixa de 18 kg, e melancia 5,26% para R$ 1,90 por kg. Esses ajustes refletem maior disponibilidade regional e nacional.
Produtos em alta nas cotações
Beterraba liderou as valorizações com alta de 10%, de R$ 90,00 para R$ 100,00 a caixa de 20 kg. Chuvas fortes em Minas Gerais, principal polo produtor, atrasaram colheitas e reduziram a oferta nas centrais.
Outros itens subiram por motivos semelhantes. Melão espanhol avançou 8,44% para R$ 60,00 a caixa de 13 kg. Alface crespa ganhou 7,75% para R$ 65,00 a caixa de 7 kg, tomate longa vida 7,14% para R$ 140,00 a caixa de 20/25 kg, e uva 6,67% para R$ 75,00 a caixa de 5 kg. Clima adverso domina as explicações.
Benefícios para o consumidor
Essas oscilações permitem compras estratégicas. Produtos em queda, como manga e cebola, tornam-se acessíveis para famílias e feirantes. Já itens em alta incentivam diversificação no cardápio. A Ceasa orienta o público a consultar balanços semanais para economizar.
Permissionários destacam que a transparência fortalece negociações justas. Consumidores finais sentem o impacto nas gôndolas de supermercados e feiras livres de Mato Grosso do Sul.
Conclusão
O balanço da 11ª semana na Ceasa/MS ilustra a dinâmica viva do mercado de hortifrúti, guiada por clima e produção. Com quedas na manga palmer e altas na beterraba, os dados guiam decisões inteligentes na cadeia. A central consolida sua importância para o abastecimento estável em Mato Grosso do Sul, promovendo equilíbrio entre produtores e compradores.
FAQ
Por que a manga palmer caiu 11,07%?
Avanço da colheita no Vale do São Francisco aumentou a oferta após chuvas menores, pressionando os preços para baixo.
O que causou a alta de 10% na beterraba?
Chuvas intensas em Minas Gerais dificultaram colheitas, reduzindo a disponibilidade no mercado nacional.
Quais frutas tiveram redução de 10%?
Cebola nacional e mamão hawai registraram queda de 10% nas cotações da semana.
Como acessar balanços da Ceasa/MS?
Consulte o site oficial da Ceasa para relatórios semanais atualizados e gráficos de variação.
Esses preços valem para todo o estado?
São referentes ao entreposto de Campo Grande, mas influenciam mercados regionais de Mato Grosso do Sul.
Acompanhe os próximos balanços da Ceasa/MS e planeje suas compras com antecedência. Compartilhe esta análise para ajudar produtores e famílias locais a navegarem o mercado.
Redação Portal Guavira



