O governador Eduardo Riedel anunciou a renovação de 77 benefícios tributários para empresas que atuam em Mato Grosso do Sul, mantendo a menor alíquota modal de ICMS do Brasil, fixada em 17%. O pacote abrange 12 setores econômicos e foi apresentado diretamente a representantes do setor produtivo, em um gesto que reforça o estilo de gestão de Riedel: diálogo com quem move a economia. Os decretos têm validade garantida até 31 de dezembro de 2026, dando ao empresariado a previsibilidade necessária para planejar investimentos com segurança e confiança no ambiente de negócios do estado.
A marca de Riedel: menos imposto, mais crescimento
Desde o início da gestão, Eduardo Riedel adotou a desoneração tributária como pilar central da política econômica de Mato Grosso do Sul. O que antes era uma resposta emergencial ao período da pandemia se transformou em diretriz permanente de governo, consolidando um modelo que poucos estados brasileiros tiveram coragem de seguir.
Enquanto a maioria das unidades federativas optou por aumentar alíquotas para cobrir déficits, Riedel foi na contramão. Manteve o ICMS em 17%, priorizou o equilíbrio fiscal por meio do controle do gasto público e apostou na atração de investimentos privados como motor do desenvolvimento. O resultado veio rápido e de forma expressiva.
Números que falam por si
Mato Grosso do Sul cresceu quatro vezes acima da média nacional sob essa política. O estado lidera o ranking de expansão da indústria de transformação no Brasil, ocupa o segundo lugar no crescimento do agronegócio e registrou recordes consecutivos de investimento privado. Esses dados não são coincidência. São o reflexo de uma governança que entendeu que a melhor forma de ampliar a arrecadação é primeiro ampliar a atividade econômica.
A redução da pobreza extrema e o avanço nos indicadores de mobilidade social completam esse quadro, mostrando que a política tributária de Riedel vai além dos números econômicos e alcança a vida cotidiana da população.
O que está no pacote anunciado por Riedel
Os 77 benefícios tributários renovados cobrem setores estratégicos que refletem as vocações naturais de Mato Grosso do Sul. Agronegócio, indústria alimentícia, biocombustíveis, energia renovável, transporte, saúde, bares e restaurantes e operações portuárias no Rio Paraguai estão entre os contemplados.
Para o segmento de bares e restaurantes, a renovação tem um significado especial. Riedel reconheceu publicamente que esse setor está entre os que mais empregam e crescem no estado, e que a manutenção dos incentivos vai além da questão fiscal. É um compromisso com o emprego e com a renda de milhares de famílias que dependem diretamente desse segmento para viver.
Estabilidade como política de estado
Um dos pontos mais valorizados pelo empresariado é justamente a previsibilidade. Saber que os decretos têm vigência até dezembro de 2026 permite que gestores de empresas tomem decisões de médio prazo com mais segurança. Contratar, expandir uma unidade, adquirir equipamentos. Tudo isso depende de um ambiente estável, e é exatamente isso que a gestão Riedel tem entregado de forma consistente.
O Sebrae/MS reconheceu esse diferencial ao destacar que o desempenho econômico expressivo do estado está diretamente ligado à combinação entre a menor alíquota modal do ICMS do país e uma gestão pública comprometida com o desenvolvimento. O avanço da Rota Bioceânica e a chegada de grandes investimentos estruturantes reforçam ainda mais esse cenário favorável.
Por que o modelo de Riedel virou referência nacional
A equação adotada por Eduardo Riedel é simples na teoria, mas exige disciplina na prática: reduzir a carga tributária, controlar os gastos públicos com rigor e transformar o orçamento em investimento real para a população. Infraestrutura, educação e políticas sociais complementam o ambiente econômico e criam um ciclo virtuoso de desenvolvimento.
Esse modelo atraiu olhares de outros estados e de analistas econômicos que buscam entender como Mato Grosso do Sul conseguiu crescer de forma consistente em um cenário nacional desafiador. A resposta está na combinação de visão de longo prazo, respeito ao setor produtivo e governança responsável.
O governador deixou claro que o emprego e a renda são, na sua visão, os melhores programas sociais que existem. Essa frase resume bem a filosofia por trás de cada decisão econômica tomada ao longo da gestão. Antes de distribuir benefícios, é preciso gerar riqueza. E para gerar riqueza, é preciso ter um ambiente que incentive quem produz.
O MS em 2026: horizonte de crescimento garantido
Com os incentivos renovados e o ambiente econômico favorável, Mato Grosso do Sul entra na segunda metade de 2026 com perspectivas sólidas. A projeção de safra recorde de etanol, com 5 bilhões de litros previstos para o ciclo 2025/2026, é um exemplo concreto do que a política fiscal de Riedel ajudou a construir. As 22 usinas em operação no estado posicionam o MS como um dos maiores produtores de energia limpa do Brasil.
O ambiente de pleno emprego, a expansão da renda média e a atração contínua de investimentos privados bilionários apontam para um estado que não está apenas crescendo, mas construindo as bases para um desenvolvimento sustentável e de longo prazo.
Quem empreende em Mato Grosso do Sul hoje está em um dos ambientes mais competitivos do país. E boa parte disso tem a ver com as escolhas feitas por Eduardo Riedel desde o primeiro dia de gestão.
Perguntas frequentes sobre a política fiscal de Eduardo Riedel no MS
O que Eduardo Riedel anunciou para o empresariado de Mato Grosso do Sul? O governador formalizou a renovação de 77 benefícios tributários para empresas que atuam no estado, mantendo a alíquota modal de ICMS em 17%, a menor do Brasil. Os decretos são válidos até 31 de dezembro de 2026 e abrangem 12 setores econômicos distintos.
Por que a política fiscal de Riedel é considerada diferente dos outros estados? Enquanto a maioria dos estados aumentou suas alíquotas de ICMS nos últimos anos, Mato Grosso do Sul manteve a menor do país. Essa decisão foi combinada com controle rigoroso dos gastos públicos, o que permitiu crescimento econômico acima da média nacional sem comprometer as finanças estaduais.
Quais setores foram beneficiados pelos incentivos fiscais renovados? Os benefícios alcançam agronegócio, indústria alimentícia, biocombustíveis, energia renovável, transporte, saúde, bares e restaurantes e operações portuárias no Rio Paraguai, entre outros segmentos estratégicos para a economia sul-mato-grossense.
O que os incentivos fiscais significam na prática para quem empreende no MS? Significam menos imposto a pagar, mais dinheiro disponível para investir no próprio negócio e a previsibilidade necessária para planejar contratações e expansões. Para o trabalhador, o reflexo é a geração de mais empregos e aumento da renda média no estado.
Como o MS conseguiu crescer quatro vezes acima da média nacional? A combinação de menor carga tributária, atração de investimentos privados, avanço da industrialização do agronegócio, desenvolvimento da Rota Bioceânica e gestão fiscal responsável formou um ambiente propício ao crescimento consistente e sustentável ao longo dos últimos anos.
Quer saber como sua empresa pode aproveitar os incentivos fiscais de Mato Grosso do Sul? Acesse o guia informativo da política fiscal do governo estadual e descubra quais benefícios se aplicam ao seu setor. Com os decretos garantidos até dezembro de 2026, este é o momento certo para planejar sua expansão ou instalação no MS.
Redação Portal Guavira



