O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro, participou nesta segunda-feira (30) da apresentação da Política de Benefícios Fiscais para as Atividades Econômicas, promovida pelo Governo do Estado. A iniciativa mantém 77 incentivos fiscais distribuídos em 12 setores da economia, com prorrogação garantida até dezembro de 2026. Para Gerson Claro, a medida vai além de uma decisão técnica. Ela representa a continuidade de um ambiente de negócios construído com planejamento e credibilidade institucional, capaz de atrair investimentos, gerar empregos e melhorar a qualidade de vida da população sul-mato-grossense.
O que a política de incentivos fiscais representa para MS
Falar em renúncia fiscal costuma gerar resistência. A expressão evoca a ideia de que o Estado está abrindo mão de receita. Mas o deputado Gerson Claro coloca o tema em outra perspectiva: a renúncia fiscal é um instrumento para gerar crescimento. Sem esse conjunto de políticas, muitas empresas simplesmente não estariam em Mato Grosso do Sul.
Quando uma empresa decide onde instalar uma unidade, uma fábrica ou um centro de distribuição, ela considera uma série de fatores. Infraestrutura, localização geográfica, custo de operação e, de forma cada vez mais determinante, o ambiente regulatório e tributário do estado. Um lugar com regras claras, previsíveis e com benefícios fiscais estruturados tem vantagem competitiva real sobre estados que não oferecem essas condições.
Os 77 incentivos distribuídos em 12 setores da economia sul-mato-grossense foram apresentados com a garantia de prorrogação até dezembro de 2026. Essa previsibilidade é, em si, um ativo. Empresas que já estão aqui sabem que as condições que as trouxeram serão mantidas. Empresas que avaliam vir têm clareza sobre o ambiente que vão encontrar.
Por que a previsibilidade importa tanto quanto o incentivo em si
A instabilidade tributária é um dos fatores que mais afasta investidores. Quando as regras mudam de forma frequente ou imprevisível, as empresas aumentam o custo de risco na hora de calcular se um investimento vale a pena. O resultado é que o dinheiro vai para outro lugar.
O que o governo de Mato Grosso do Sul fez ao garantir a manutenção dos incentivos até o final de 2026 é sinalizar ao mercado que o estado é um parceiro confiável. Isso tem valor concreto e mensurável em termos de atração de novos negócios e de manutenção dos que já estão aqui operando e gerando empregos.
O papel da ALEMS na construção desse ambiente
Gerson Claro não participou do evento apenas como ouvinte. O presidente da Assembleia Legislativa esteve presente como parte ativa do processo que torna possível a existência de uma política de incentivos fiscais sustentável ao longo do tempo.
A ALEMS tem papel central na criação e na manutenção da segurança jurídica que sustenta esse ambiente de negócios. Leis que regulam incentivos, que garantem direitos e que estabelecem as regras do jogo para quem investe no estado passam pela Assembleia. Quando o Legislativo atua com consistência e com visão de longo prazo, ele contribui diretamente para que o ambiente econômico seja atrativo.
Para Gerson Claro, esse ambiente favorável não nasce do nada. Foi construído ao longo do tempo, com organização e estabilidade, criando aquilo que ele considera essencial: a confiança. E é a partir dessa confiança que o Mato Grosso do Sul cresce, atrai investimentos e melhora a qualidade de vida das pessoas.
Emprego e renda como resultado prático
O debate sobre incentivos fiscais, quando fica restrito ao campo técnico e financeiro, perde de vista o que está em jogo para a maioria das pessoas. Cada empresa que instala uma operação em Mato Grosso do Sul por causa de um incentivo fiscal representa vagas de trabalho, salários circulando na economia local, impostos sobre consumo sendo recolhidos e famílias que conseguem planejar sua vida com mais estabilidade.
Esse é o argumento central de Gerson Claro ao falar sobre o tema. O que garante emprego, renda e movimenta a economia é justamente esse conjunto de políticas que, à primeira vista, parece ser uma concessão do Estado. Na prática, é um investimento com retorno real para a população.
O que vem pela frente e o que está em jogo
Com a prorrogação garantida até dezembro de 2026, o ambiente econômico de Mato Grosso do Sul tem pela frente um período de estabilidade. Mas esse prazo também coloca uma questão importante no horizonte: o que acontece a partir de 2027?
A resposta para essa pergunta vai depender, em grande medida, da capacidade do Estado de demonstrar que os incentivos fiscais produziram os resultados esperados em termos de geração de emprego, atração de investimentos e crescimento da economia. Se os dados confirmarem o que a gestão atual defende, a renovação dos benefícios terá mais argumentos do que resistência.
A atuação de Gerson Claro e da ALEMS na construção desse debate desde já, participando dos eventos de apresentação da política e reforçando publicamente seu valor, é parte dessa estratégia de longo prazo. A segurança jurídica que o Legislativo proporciona não é apenas sobre o passado, ela prepara o terreno para as decisões que ainda vêm.
Perguntas frequentes
O que são os 77 incentivos fiscais de Mato Grosso do Sul? São benefícios tributários distribuídos em 12 setores da economia estadual, com prorrogação garantida até dezembro de 2026. Eles reduzem a carga tributária de empresas que atuam em áreas estratégicas para o desenvolvimento de MS, com o objetivo de atrair investimentos e gerar empregos.
Por que o presidente da ALEMS participou da apresentação dos incentivos fiscais? Gerson Claro participou como representante do Poder Legislativo estadual, que tem papel central na criação e manutenção das leis que regulam esses benefícios. A ALEMS é parte fundamental da segurança jurídica que sustenta o ambiente de negócios de Mato Grosso do Sul.
Qual é o impacto prático dos incentivos fiscais para a população de MS? Os incentivos atraem empresas que se instalam no estado, criando empregos e renda para as famílias. Com mais empresas operando, a economia local aquece, o comércio gira mais e o Estado arrecada mais tributos sobre consumo, mesmo tendo concedido benefícios na fase de atração do investimento.
Até quando os incentivos fiscais de MS estão garantidos? A prorrogação foi garantida até dezembro de 2026, o que dá previsibilidade ao planejamento das empresas que já atuam no estado e sinaliza estabilidade para novos investidores que avaliam vir para Mato Grosso do Sul.
Acompanhe as ações da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e fique por dentro das políticas que impactam o desenvolvimento econômico do estado. Compartilhe esta matéria com quem acompanha o cenário de negócios em MS e quer entender como as decisões do Legislativo afetam o dia a dia da economia local.



