O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) anuncia a reabertura da temporada de pesca amadora e profissional em todos os rios do estado a partir do domingo, 1º de março de 2026, após o período de defeso da Piracema. A proibição, iniciada em 5 de novembro de 2025, visou proteger a reprodução das espécies nativas durante a migração reprodutiva, essencial para a sustentabilidade dos estoques pesqueiros.
Pescadores devem respeitar cotas de captura, tamanhos mínimos e máximos de espécies, além da obrigatoriedade da licença ambiental via site do Imasul ou app MS Digital. Espécies exóticas como tucunaré e tilápia não têm limite, mas nativas limitam-se a um exemplar por pescador amador, mais cinco de piranha. Fiscalização integrada com a Polícia Militar Ambiental (PMA) continuará intensa para coibir práticas predatórias, garantindo equilíbrio ambiental.
Contexto da Piracema e defeso
O defeso, conhecido como Piracema, proíbe toda pesca de novembro a fevereiro para permitir desova em cabeceiras de rios. Em fevereiro, liberou-se apenas “pesque e solte” nos rios Paraguai e Paraná.
Importância para sustentabilidade
Período essencial para reposição natural, com ações educativas e repressivas do Imasul e PMA em cachoeiras e corredeiras. Operação Piracema mobilizou equipes para fiscalização 24h, verificando embarcações e comércio de pescado.
Regras para pesca amadora
A partir de 1º de março, pesca permitida em todos rios, com cota de 1 espécie nativa + 5 piranhas por pescador, respeitando medidas legais. Licença obrigatória, renovável anualmente.
Cotas e tamanhos permitidos
Espécies nativas: 1 exemplar (ex: pacu, pintado); piranha até 5. Exóticas ilimitadas (tucunaré, tilápia, corvina, bagre-africano). Devolver exemplares fora do tamanho; proíbe redes e tarrafas para amadores.
Proibições: 200m de cachoeiras/nascentes; 1.500m de barragens; pesca noturna em certos trechos.
Normas para pesca profissional
Profissionais precisam de Autorização Ambiental, Guia de Controle de Pescado (GCP) e DOA para transporte. Cotas maiores, mas fiscalização rigorosa em estoques e vendas.
Fiscalização pós-reabertura
Imasul e PMA mantêm operações em pontos estratégicos, com patrulhas fluviais e aéreas. Multas por excesso ou espécies protegidas; comércio irregular vistoriado.
Benefícios econômicos e ambientais
Pesca sustenta economia local no Pantanal e Alto Paraguai, gerando renda para comunidades. Regras preservam biodiversidade, com defeso elevando estoques em 20-30% anualmente.
Orientação do Imasul
Diretor-presidente André Borges enfatiza responsabilidade coletiva: “Preservação depende do cumprimento das normas”. Licenças online facilitam acesso sustentável.
Conclusão
A reabertura da temporada de pesca em 1º de março marca equilíbrio entre atividade econômica e conservação ambiental em Mato Grosso do Sul. Com regras claras do Imasul, pescadores contribuem para perpetuação dos recursos hídricos, sob fiscalização contínua.
Iniciativa reforça MS como referência em gestão pesqueira sustentável, beneficiando esporte, profissão e ecossistema pantaneiro.
FAQ
Quando reabre a pesca em MS?
Domingo, 1º de março de 2026, em todos os rios do estado.
Qual cota para pescador amador?
1 espécie nativa + até 5 piranhas, respeitando tamanhos mínimos/máximos.
Licença de pesca é obrigatória?
Sim, emitida online no site Imasul ou app MS Digital, para amadores.
Quais espécies têm cota ilimitada?
Exóticas: tucunaré, tilápia, corvina, bagre-africano.
Onde pescar é proibido?
200m de cachoeiras/nascentes; 1.500m de barragens; métodos predatórios.
Obtenha sua licença no site do Imasul, respeite cotas e regras para uma pesca sustentável nos rios de Mato Grosso do Sul – boa sorte e preserve!



