O cenário turístico de Mato Grosso do Sul ganha um reforço tecnológico com o desenvolvimento do Guatá, uma iniciativa inovadora que busca transformar a percepção de moradores e visitantes sobre os atrativos locais. Desenvolvido como um projeto de iniciação científica e extensão na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), o Guatá utiliza a inteligência artificial para atuar como um guia turístico inteligente, apresentando a cultura, a história e a gastronomia da região de forma acessível e interativa. A proposta surge em um momento crucial para preencher lacunas na divulgação digital do turismo urbano em Campo Grande, oferecendo uma plataforma moderna que conecta o público aos destinos de forma leve e educativa, fortalecendo a identidade sul-mato-grossense no ambiente digital.
A iniciativa, sem fins lucrativos, nasceu da observação direta das necessidades dos viajantes e da própria população local, que muitas vezes desconhece a riqueza de opções de lazer na capital . Ao adotar a capivara como mascote, o projeto cria um elo de identificação imediata com o cotidiano campo-grandense, transformando um ícone da fauna local em um embaixador da inovação e da valorização cultural . Com previsão de lançamento de sua plataforma completa para 2026, o Guatá já atua ativamente nas redes sociais, combatendo a ideia de que o estado é apenas um ponto de passagem e reafirmando o potencial de Campo Grande como um destino turístico consolidado e vibrante .
Inovação tecnológica aplicada ao turismo regional
O grande diferencial do Guatá reside na integração entre a hospitalidade tradicional e as ferramentas de ponta da era digital . Ao utilizar inteligência artificial, o guia consegue processar informações complexas sobre atrativos locais e transformá-las em conteúdo dinâmico, como vídeos e postagens, que facilitam o planejamento de roteiros tanto para turistas quanto para residentes .
Origem e desenvolvimento acadêmico na UEMS
O projeto foi idealizado a partir de uma experiência prática no Centro de Atendimento ao Turista do Aeroporto Internacional de Campo Grande . Durante o estágio, percebeu-se que muitos moradores e visitantes compartilhavam a falsa percepção de que a cidade não possuía atrativos relevantes . Diante dessa carência de informações, o Guatá foi formalizado como um projeto de pesquisa na UEMS, unidade Campo Grande, sob a ótica do curso de Turismo . Essa base acadêmica garante que todo o conteúdo produzido tenha rigor técnico e relevância histórica, ao mesmo tempo em que a IA permite uma escala de produção de conteúdo que as ferramentas tradicionais não alcançariam sozinhas .
Identidade visual e comunicação com o público
Para romper as barreiras de uma comunicação estritamente institucional e fria, o Guatá apostou em uma linguagem próxima e visualmente marcante . A escolha de uma capivara como mascote oficial não foi aleatória; o animal é onipresente nos parques da cidade e gera um sentimento de carinho e pertencimento entre os campo-grandenses .
Preenchimento de lacunas na divulgação digital
Campo Grande ainda enfrenta o desafio de não possuir perfis consolidados e exclusivos para a promoção do turismo urbano nas redes sociais . O Guatá surge para resolver essa questão, atuando de forma contínua para mostrar que o turismo acontece no dia a dia, desde a visita a um museu histórico até a degustação de pratos típicos em feiras centrais . Ao centralizar informações sobre eventos, cultura e gastronomia, o projeto funciona como um hub de promoção regional, incentivando o turismo interno e aumentando o tempo de permanência dos visitantes na capital antes de seguirem para outros destinos famosos do estado, como Bonito ou o Pantanal .
Perspectivas para o futuro do turismo inteligente
O horizonte para o Guatá em 2026 é de expansão e consolidação como a principal ferramenta de auxílio ao viajante em Mato Grosso do Sul . O objetivo é que a plataforma de turismo em desenvolvimento se torne um sistema de recomendação personalizado, onde o usuário possa interagir com o guia inteligente para descobrir experiências alinhadas ao seu perfil de consumo e interesse . Com o apoio da tecnologia e o foco na valorização do que é nosso, o Guatá reafirma que a inovação é o caminho para transformar a percepção pública e celebrar a riqueza cultural de Mato Grosso do Sul, garantindo que o orgulho de viver aqui seja acompanhado pelo conhecimento profundo de tudo o que o nosso estado tem a oferecer .
Perguntas frequentes
O projeto Guatá cobra pelo acesso às informações turísticas?
Não. O Guatá é uma iniciativa sem fins lucrativos desenvolvida no âmbito acadêmico da UEMS, com o objetivo de valorizar o turismo e a cultura regional de forma gratuita para o público .
Por que a capivara foi escolhida como mascote oficial do projeto?
A capivara é um símbolo icônico de Campo Grande e está presente no cotidiano da cidade, o que facilita a identificação do público com a comunicação do guia inteligente de forma leve e carismática .
O Guatá atende apenas a cidade de Campo Grande?
Embora tenha foco inicial na capital e no turismo urbano, o objetivo do projeto é incentivar e valorizar o turismo em todo o estado de Mato Grosso do Sul, integrando roteiros regionais .
Se você deseja redescobrir os encantos de Mato Grosso do Sul e acompanhar as novidades deste guia inteligente, siga o Guatá nas redes sociais e prepare-se para o lançamento da plataforma completa em 2026.
Redação Portal Guavira


