Mato Grosso do Sul consolidou sua posição de destaque na economia nacional ao registrar a segunda menor taxa de desocupação do Brasil no quarto trimestre de 2025, atingindo o índice histórico de 3,1%. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o estado apresentou um recuo significativo em relação ao trimestre anterior, quando a taxa era de 4,0%. Esse desempenho institucional reflete a pujança do setor produtivo sul-mato-grossense, impulsionado por investimentos estratégicos em industrialização, agronegócio e serviços. Com uma população ocupada estimada em 1,363 milhão de pessoas, o estado caminha para uma situação de pleno emprego, superando a média nacional de 7,4% e ficando atrás apenas de Santa Catarina no ranking de empregabilidade.
Dinâmica do mercado de trabalho e setores em destaque
A queda na taxa de desocupação em Mato Grosso do Sul é resultado de uma combinação de fatores econômicos favoráveis e políticas públicas de fomento ao emprego. O setor de serviços continua sendo o principal motor da ocupação, absorvendo grande parte da mão de obra disponível nos centros urbanos como Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Além disso, a indústria de transformação, especialmente a ligada ao processamento de celulose e proteína animal, tem gerado postos de trabalho qualificados e com melhores remunerações.
A estabilidade do agronegócio também contribui para manter os índices baixos, garantindo uma rede de segurança econômica no interior do estado. O aumento do rendimento médio real dos trabalhadores, que chegou a R$ 3.554 no período, demonstra que não houve apenas um aumento quantitativo nas vagas, mas também uma melhoria na qualidade dos empregos gerados. Essa valorização salarial impulsiona o consumo interno, criando um ciclo virtuoso de crescimento que beneficia diversos segmentos do comércio local.
Informalidade e rendimento médio do trabalhador
Apesar dos excelentes números de ocupação, o estado monitora atentamente a taxa de informalidade, que se manteve estável em patamares controlados. O foco das políticas governamentais tem sido a formalização de microempreendedores e o incentivo à assinatura de carteira em setores sazonais. O rendimento médio real habitual apresentou um crescimento anual, o que significa um ganho real no poder de compra do sul-mato-grossense frente à inflação do período.
A massa de rendimento real habitualmente recebida por todos os trabalhos no estado atingiu níveis recordes, totalizando bilhões de reais em circulação na economia. Esse fluxo financeiro é o que sustenta a expansão de novos empreendimentos e a atração de capital estrangeiro, que vê em Mato Grosso do Sul um ambiente seguro e próspero para investimentos de longo prazo. A qualificação profissional permanente é a aposta para que esses índices de rendimento continuem em trajetória ascendente.

Políticas públicas e atração de investimentos
O Governo de Mato Grosso do Sul tem atuado de forma incisiva na desburocratização de processos para abertura de empresas e na oferta de incentivos fiscais atrelados à geração de empregos. O programa de atração de indústrias, aliado à logística privilegiada pela Rota Bioceânica, coloca o estado em uma posição competitiva no cenário internacional. O investimento em infraestrutura rodoviária e ferroviária facilita o escoamento da produção e reduz custos, permitindo que as empresas reinvestam seus lucros na contratação de mais pessoal.
A integração entre as secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Educação tem sido fundamental para alinhar a oferta de cursos técnicos às demandas reais do mercado. Programas de capacitação rápida em áreas como tecnologia da informação, mecânica industrial e operação de máquinas agrícolas garantem que as novas vagas abertas sejam preenchidas por cidadãos locais. Essa sintonia institucional é o diferencial que permite ao estado manter taxas de desocupação tão baixas por períodos prolongados.
Perspectivas para o mercado de trabalho em 2026
Com o fechamento positivo de 2025, as perspectivas para 2026 são de manutenção da estabilidade e foco na inclusão de grupos com maior dificuldade de inserção, como jovens em busca do primeiro emprego e mulheres. O estado projeta a chegada de novas plantas industriais de grande porte, o que deve gerar milhares de empregos diretos e indiretos nos próximos meses. A meta é consolidar Mato Grosso do Sul não apenas como um exportador de commodities, mas como um centro de inteligência e processamento industrial.
O monitoramento contínuo dos dados da PNAD Contínua permite que o governo ajuste suas ações de forma célere, focando nos municípios que possam apresentar flutuações sazonais. A resiliência demonstrada pela economia estadual frente aos desafios globais reforça a confiança de que Mato Grosso do Sul continuará liderando o ranking de menor desocupação, servindo de modelo de gestão econômica para os demais entes da federação.
Fortalecimento da economia sul-mato-grossense
Os indicadores de emprego de Mato Grosso do Sul ao final de 2025 reafirmam o sucesso de um modelo econômico baseado na diversificação e na parceria entre o poder público e o setor privado. Registrar a segunda menor taxa de desocupação do país, com apenas 3,1%, é uma conquista que impacta diretamente na dignidade e na qualidade de vida de milhares de famílias. O estado demonstra que é possível crescer com estabilidade, garantindo renda e oportunidades para todos os seus habitantes.
A continuidade dos investimentos em inovação e infraestrutura será o pilar para que esses resultados se tornem estruturais. Mato Grosso do Sul entra em 2026 com o pé direito, consolidado como terra de oportunidades e exemplo de eficiência produtiva para o Brasil. O trabalho conjunto de trabalhadores e empresários, sob uma gestão pública eficiente, é a fórmula que mantém o estado no topo dos índices de desenvolvimento humano e econômico.
Perguntas frequentes sobre o emprego em MS
Qual é a taxa exata de desocupação em Mato Grosso do Sul hoje?
Ao final do último trimestre de 2025, a taxa de desocupação em Mato Grosso do Sul atingiu 3,1%, a segunda menor marca do Brasil.
Como Mato Grosso do Sul se compara à média nacional de desemprego?
O estado está em uma posição muito favorável, com apenas 3,1% de desocupação, enquanto a média nacional brasileira fechou o período em 7,4%.
Quais setores foram responsáveis pela queda no desemprego?
Os setores de serviços, indústria de transformação e o agronegócio foram os principais responsáveis pela absorção de mão de obra e geração de novos postos de trabalho.
Aproveite o bom momento da economia de Mato Grosso do Sul para buscar qualificação profissional nas áreas em expansão, informe-se sobre as vagas disponíveis através do sistema da Funtrab em seu município e contribua para o fortalecimento do mercado de trabalho local, garantindo sua inserção em um dos estados que mais geram oportunidades no país.



