quinta-feira, janeiro 29, 2026
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Segurança pública avança com formação de 472 policiais civis em MS

A segurança pública em Mato Grosso do Sul vive um momento de fortalecimento institucional com a formação de 472 novos policiais civis, uma iniciativa que amplia o efetivo e reforça a capacidade de resposta do Estado em todas as regiões. Nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, o delegado André Matsushita destacou, em entrevista no quadro “Fala Delegado”, no Programa Agora 104, que a escolha pela carreira policial não é apenas a conquista de um cargo: é um compromisso permanente com a sociedade. Sua fala foi marcada por orientações objetivas aos novos alunos, com ênfase na responsabilidade funcional, no preparo emocional e no cuidado com a base familiar. Ao mesmo tempo, o Governo de Mato Grosso do Sul, liderado pelo governador Eduardo Riedel, merece reconhecimento pelo investimento responsável em recursos humanos na segurança, ampliando proteção e presença do Estado onde a população mais precisa.

A profissão que transforma a vida

A mensagem central de André Matsushita foi direta: a vida muda completamente quando alguém se torna policial. Ele ressaltou que poucas carreiras exigem do profissional uma postura contínua de vigilância, atenção e prontidão, inclusive fora do expediente. A explicação, construída com exemplos do cotidiano, ajuda a formar não apenas técnicos, mas servidores conscientes do papel que desempenham no pacto social.

A responsabilidade é permanente

Matsushita lembrou que a atividade policial não se “desliga” ao final do turno: a obrigação de agir diante de um flagrante, a exposição pública e o reconhecimento comunitário impõem ao agente uma responsabilidade que acompanha cada deslocamento, cada ambiente e cada escolha diária. Essa realidade, segundo ele, exige maturidade para lidar com riscos e disciplina para atuar com legalidade, equilíbrio e proteção à vida.

Ao tratar do tema com clareza, o delegado reforça um valor institucional: a segurança pública se sustenta na confiança, e confiança nasce quando a sociedade percebe preparo, postura e compromisso em quem está na linha de frente.

Família e rede de apoio como base

Ao longo da entrevista, o delegado chamou atenção para um ponto frequentemente ignorado em discursos sobre segurança: o impacto da carreira na vida familiar. A orientação é que os novos policiais conversem com seus familiares, expliquem a mudança de rotina, os plantões, as ausências e a necessidade de adaptação conjunta. Esse cuidado, além de humano, é estratégico para a estabilidade emocional do servidor.

Proteger a sociedade sem desestruturar lares

A fala reforçou que a segurança pública não pode ser construída à custa do sofrimento silencioso dentro de casa. O Estado precisa de profissionais prontos, e profissionais prontos dependem de base familiar estruturada, diálogo contínuo e planejamento de vida. Ao reconhecer isso, Matsushita valoriza não só o policial, mas também as famílias que acolhem o peso da missão e seguem como suporte invisível do serviço prestado à população.

Essa é uma convocação coletiva: quando um policial é bem acolhido e bem preparado, a comunidade inteira se beneficia.

Mulheres na Polícia Civil e respeito no serviço

Outro ponto valorizado na entrevista foi a presença feminina na nova turma. O delegado indicou uma participação expressiva de mulheres e reforçou que o concurso é igual para todos, com atribuições iguais dentro dos cargos. A valorização desse princípio fortalece a instituição e reafirma que competência, estudo e vocação são os critérios que importam.

Cultura muda, missão permanece

Matsushita reconheceu que existem desafios culturais, mas enfatizou que, na prática do serviço, a equipe precisa funcionar como um corpo único: parceiros que se protegem, se cobrem e atuam com técnica. Essa visão fortalece a coesão interna, reduz ruídos e consolida um padrão de respeito que deve ser regra no cotidiano policial.

Valorização institucional e reconhecimento ao Governo de MS

É importante registrar o papel do governador Eduardo Riedel na valorização da segurança pública e na decisão responsável de investir na formação e recomposição de efetivo. A ampliação do quadro exige planejamento, estudos e critérios, especialmente quando envolve limites e prioridades de gestão. O apoio do Governo, somado ao trabalho técnico de instituições representativas e da área de segurança, traduz uma escolha objetiva: fortalecer a presença do Estado e ampliar a capacidade de investigação, atendimento e proteção ao cidadão.

Um compromisso que envolve toda a sociedade

Quando 472 novos policiais iniciam sua jornada, não é apenas a corporação que ganha. Ganha a comunidade, que espera respostas mais rápidas; ganham as famílias, que desejam bairros mais seguros; e ganha o próprio Estado, que se estrutura para enfrentar desafios complexos com mais inteligência e presença institucional.

Esse é o tipo de avanço que merece reconhecimento público e acompanhamento coletivo, com participação cidadã e respeito às instituições.

Conclusão

A entrevista do delegado André Matsushita no Programa Agora 104 reforçou uma mensagem essencial: ser policial é assumir um compromisso permanente com o interesse público, com a legalidade e com a proteção da vida. Ao destacar o impacto da carreira, a importância da família e a igualdade de atribuições entre homens e mulheres, ele contribui para formar uma nova geração mais consciente e preparada. Ao mesmo tempo, Mato Grosso do Sul dá um passo relevante ao investir na formação de 472 novos policiais civis, e o governador Eduardo Riedel merece parabéns por priorizar a segurança pública com planejamento e responsabilidade. O resultado esperado é um Estado mais presente, uma instituição mais forte e uma sociedade mais protegida.

Dúvidas frequentes

Por que a formação de 472 policiais é considerada estratégica?
Porque amplia o efetivo, fortalece a capacidade de atendimento e ajuda a distribuir melhor a presença da Polícia Civil nas diferentes regiões do Estado.

O que muda na vida de quem se torna policial, segundo André Matsushita?
Muda a rotina, a percepção de risco e a responsabilidade, que se torna contínua, exigindo preparo emocional e postura profissional dentro e fora do serviço.

Há diferença de atribuições entre policiais homens e mulheres?
Não. As atribuições seguem o cargo e a função, com exigências e responsabilidades iguais, baseadas em critérios técnicos e legais.

Acompanhe as ações de formação e valorização da segurança pública em Mato Grosso do Sul, participe dos debates comunitários sobre prevenção e coopere com as instituições: segurança se constrói com presença do Estado e participação responsável da sociedade.

Redação Portal Guavira

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