
O posicionamento firme do vereador Professor Riverton em relação ao reajuste do IPTU em Campo Grande vem ecoando entre trabalhadores, comerciantes e famílias que se sentiram diretamente atingidos pelos novos carnês. Logo nos primeiros dias de 2026, milhares de contribuintes passaram a relatar aumentos considerados abusivos, em alguns casos chegando próximos a 400%, muito além dos 5,32% de reposição inflacionária anunciados inicialmente pela Prefeitura. Diante desse contraste entre o discurso oficial e a realidade que chegou às casas da população, Riverton afirmou que não poderia “ficar em silêncio diante do que está acontecendo com a nossa gente”, assumindo publicamente a defesa da suspensão imediata da cobrança até que todos os critérios sejam revisados e explicados com transparência. Para ele, não se trata apenas de um debate contábil, mas de respeito ao cidadão que já convive com alta carga tributária e serviços públicos insuficientes.
Ao se manifestar contra o reajuste do IPTU, o vereador Professor Riverton busca reafirmar uma marca de seu mandato: estar ao lado da população quando decisões administrativas ultrapassam o limite do razoável. Na visão do parlamentar, a correção de tributos precisa seguir parâmetros técnicos claros e previsíveis, mas jamais pode se transformar em instrumento de confisco disfarçado de atualização monetária. Por isso, ele classificou como “abuso” o fato de famílias serem surpreendidas com aumentos que, em muitos casos, multiplicam por três ou quatro o valor pago no ano anterior, sem que tenha havido melhoria equivalente na infraestrutura urbana, na segurança ou na qualidade dos serviços públicos.
Um dos pontos mais duros do discurso de Riverton recai sobre a narrativa oficial da Prefeitura, que falou em reposição inflacionária de 5,32%, enquanto o que chegou aos contribuintes foi uma realidade completamente distinta. Para o vereador, essa divergência entre o que se anuncia e o que se cobra rompe a confiança entre governo e sociedade, alimentando um sentimento de injustiça e revolta legítima. Ele cobra que o Executivo apresente, de forma detalhada, quais critérios foram usados na revisão da planta de valores, quais bairros foram mais impactados e quais parâmetros de mercado embasaram os novos cálculos. Sem isso, argumenta, o cidadão fica sem condições de entender por que está pagando tanto a mais por um imóvel que, muitas vezes, sequer recebeu obras recentes de valorização.
Ao defender a suspensão da cobrança do IPTU nas atuais condições, Professor Riverton se alinha à crescente mobilização social que pede tempo para revisar lançamentos e corrigir distorções. Na prática, o que ele propõe é que nenhum contribuinte seja obrigado a pagar um valor que não compreende, antes que a Prefeitura abra os números, corrija eventuais erros e apresente um plano de transição que não esmague o orçamento das famílias. Essa posição encontra eco principalmente entre comerciantes e pequenos empresários, que já enfrentam queda no consumo, alta de custos e agora se veem diante de um imposto que pode inviabilizar a continuidade de muitos negócios.
Ao dizer que “Campo Grande não aguenta mais ser penalizada por decisões mal explicadas e mal executadas”, Riverton traduz um sentimento acumulado de frustração com políticas públicas tomadas de forma vertical, sem diálogo prévio com a sociedade. O vereador aponta que o mínimo que se espera de uma gestão responsável é planejamento, previsibilidade e clareza na comunicação. Quando isso não acontece, a sensação de insegurança jurídica aumenta, os cidadãos deixam de confiar nas instituições e o próprio ambiente de negócio do município é afetado. Ao se colocar frontalmente contra a forma como o reajuste foi conduzido, ele busca reposicionar o debate no eixo da responsabilidade com quem paga a conta: o contribuinte.
A defesa do “povo que merece respeito”, como enfatizou o próprio vereador, não é apenas uma frase de efeito em meio à polêmica do IPTU. Ela se conecta a uma visão de mandato em que o parlamentar se vê como um elo entre a dor concreta das famílias e o universo muitas vezes burocrático das planilhas oficiais. Ao se recusar a relativizar aumentos de quase 400% como se fossem meros ajustes técnicos, Professor Riverton reforça a ideia de que política se faz com sensibilidade social e com a disposição de enfrentar decisões impopulares do Executivo quando elas cruzam a linha do aceitável. Seu posicionamento, portanto, tende a ser lembrado não apenas como reação a um aumento específico, mas como um gesto simbólico de resistência às tentativas de fazer o cidadão “engolir” contas que não foram discutidas nem explicadas.
Por que o vereador Professor Riverton é contra o reajuste do IPTU?
Porque considera que, ao invés de mera reposição inflacionária, muitos contribuintes foram atingidos por aumentos desproporcionais, em alguns casos próximos de 400%, o que ele classifica como abuso e falta de respeito com o contribuinte.
O que ele defende em relação à cobrança atual?
Riverton é favorável à suspensão da cobrança nos moldes em que foi lançada, até que todos os critérios sejam revisados, corrigidos e explicados de forma clara, garantindo que ninguém pague por um tributo que não entende.
Qual é a principal crítica do vereador à postura da Prefeitura?
Ele critica a distância entre o discurso oficial, de um reajuste em linha com a inflação, e a prática que chegou ao carnê do cidadão, apontando falta de transparência, de diálogo e de sensibilidade com a realidade econômica das famílias e dos pequenos negócios.
Se você se sente prejudicado pelo novo valor do IPTU, busque informação, participe dos debates públicos e acompanhe de perto o trabalho do vereador Professor Riverton, que se coloca ao lado da população na defesa de justiça tributária e respeito ao contribuinte.
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